Queremos uma economia para todas as pessoas, não apenas para 1%

A desigualdade atingiu níveis extremos. Precisamos de um governo que escute as pessoas e construa uma economia que trabalhe para todos e todas, não apenas para os super-ricos.

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A desigualdade está crescendo. Hoje, apenas 8 homens têm a mesma riqueza que as 3,6 bilhões de pessoas mais pobres do mundo. O 1% mais rico da população detém uma riqueza maior que os outros 99% juntos!

No Brasil não é diferente. Em nosso país, os 6 bilionários mais ricos detêm a mesma riqueza que a metade mais pobre de nossa população – cerca de 100 milhões de pessoas. Enquanto isso, o governo Temer conduz um ajuste fiscal que prioriza medidas que congelam os investimentos em educação e saúde, que cortam benefícios sociais e que mudam o sistema das aposentadorias. Em todas essas propostas, quem paga a conta não são os super-ricos nem as grandes corporações. Somos nós. E isso não é justo.

Mas não precisa ser desse jeito. O governo precisa atuar para garantir direitos e oferecer chances justas a todos. A saída para a crise deve começar pela diminuição dos privilégios dos super-ricos, e não com cortes no orçamento de serviços e políticas essenciais para a maior parte da população. Nós precisamos que o governo e a economia trabalhem para os 99%, e não apenas para o 1% do topo.

Por isso, apelamos ao presidente da República que:

1.Intensifique a fiscalização contra a sonegação de impostos e contra o uso de paraísos fiscais. Que promova uma reforma que torne o sistema fiscal mais justo, onde os super-ricos paguem mais impostos sobre sua riqueza e renda.

2.Garanta o orçamento necessário para saúde e educação públicas e de qualidade para toda a população.

3.Promova políticas para acabar com a diferença de salários entre homens e mulheres.

Queremos uma economia que trabalhe para todas as pessoas, não apenas 1%.

Se nosso governo trabalhar em favor da maioria, é possível tornar o Brasil um país mais justo e igualitário. Por essa razão, pedimos ao presidente da República que assuma o compromisso com políticas para acabar com a desigualdade econômica extrema em nosso país.

Obrigado(a).

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